Polícia afirma - 317 pacientes morreram após serem medicados em Curitiba
Quarta 10/04/13 - 8hA Polícia Científica do Paraná afirmou que mais de 300 pacientes do Hospital Evangélico de Curitiba morreram no dia em que receberam medicamentos receitados pela médica Virgínia Souza, então chefe da UTI. A médica é acusada de assassinato. Os remédios - um anestésico e um relaxante muscular -, aplicados simultaneamente, foram prescritos pela médica de 2006 a 2013. Dos 346 pacientes da UTI, 317 morreram no mesmo dia em que receberam a medicação - o que corresponde a 90% dos doentes. Outros médicos da UTI também prescreveram os mesmos medicamentos. Nesses casos, 13% dos pacientes morreram. Os dados foram levantados pelos peritos, que examinam quase 2 mil prontuários dos últimos 7 anos apreendidos por ordem do Judiciário. A médica Virgínia Souza ficou um mês na cadeia suspeita de envolvimento com as mortes e responde a processo em liberdade.


