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montesclaros.com - Ano 26 - terça-feira, 9 de junho de 2026

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Jornalismo exercido pela própria população

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Mensagem N°23946
De: Márcio Alexandre Xavier Data: Quinta 24/5/2007 11:05:02
Cidade: Montes Claros - MG  País: Brasil

O Brasil está vivendo uma guerra histórica e civil. Nunca se viu tanta corrupção, tantos bandidos fazendo farra até mesmo dentro das cadeias, politicos roubando dinheiro nossos. ha uma falta de Moral, de ètica,perca de identidade de princípio, de valores. è lamentável vivermos em um país onde que ser honésto é ser careta e ser desonesto é ser moda. O brasil que tanto amamos, está uma polvora prestes a explodir. onde ninguém mais aguenta esse sistema que pune os inocentes e inocentas os corruptos. ha corrupção nos três poderes que rege o nosso Estado Maior: Executivo, Legislativo e Judiciário. aonde vamos parar com isso?
O Brasil precisa que renasça nas forças Armaddas, e que eles ocupem novamente o comando do nosso país, fechem o congresso nacional e prenda todos os que ocupam poder neste país do Presidente ao Vereador. e que faça o povo ter prazer de ser brasileiros. O Brasil que queremos é um Brasil de paz sem guerra civil sem violência.
Márcio Alexandre Xavier
Presidente do Bairro Santa Rita I

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Mensagem N°23944
De: ERICO FREIRE Data: Quinta 24/5/2007 10:49:29
Cidade: Palmas/TO  País: Brasil

É facil responder a pergunta do Sr. Arlen Azevedo (Zé Arlen). O que realmente falta em nosso pais são politicos sérios. Pelas ultimas noticias se tem uma ideia do que se passa neste pais. É triste porque caras pintadas agora, so como palhaços!!!!

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Mensagem N°23942
De: Vilma A. P. Data: Quinta 24/5/2007 10:27:17
Cidade: Montes Claros

Mando a foto acima que mostra o último lance da guerra de placas entre a Prefeitura de Montes Claros e a Copasa, em torno das obras da estação de tratamento de esgoto, estação que ainda vai ser construída aqui na cidade. Primeiro, é preciso dizer que a "obra" está atrasado pelo menos 30 anos. Depois é preciso repetir que, na chamada "lagoa da Pampulha" onde as duas placas estão fincadas uma ao lado da outra, enfeiando a lagoa e o lugar, que são o cartão postal de Montes Claros, não há obra nenhuma. Nenhuma. Há, sim, a guerra de egos governamentais, com a prefeitura e o estado duelando (com dinheiro da população)i para saber quem aparece como dono da "encnchente", isto é, dono da obra.. Nenhuma das placas - como sempre - diz a verdade verdadeira - (o plenasmo é necessário). A obra é paga pela população, nós, que todo mês pagamos na conta uma taxa que há anos deveria ter sido empregada para impedir que o esgoto in natura corresse e contaminasse nossos rios. A "obra" - que a prefeitura e a Copasa querem ser pai e mãe, e não são, pois somos nós, os contribuintes - só saiu depois que o Judiciário decidiu por sentença que a população deveria deixar de pagar por um serviço que nunca foi feito. Nunca. Aí, sim, diante da possibilidade de cessar a alta cobrança embutida nas contas, correram as duas instâncias do poder - a prefeitura e a Copasa - para iniciar os atrasados serviços. E não se pejaram, não se envergonharam, em espalhar pela cidade dezenas de imensas placas do serviço que deveria ter começado em 1976. E que só agora começa, 30 anos depois, porque um juiz (ainda temos juízes), diante do clamor da população, impediu a cobrança indevida, absuvia, arbitrária. Eu pergunto: quando os serviços públicos, quando as nossas autoridades, vão se dirigir à população com o respeito devido, evitando a mentira e o embuste ? Quando (....) ?. As duas placas, postas uma ao lado da outra, dão a idéia da nossa educação políticia tão rudimentar e não são edificantes. São mentirosas. Depõem contra os nossos administradores. (....) - Foto de Wilma A. P.

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Mensagem N°23934
De: Elson Data: Quinta 24/5/2007 04:25:04
Cidade: Moc

Hojé parei no semáfaro do cruzamento da Rua Dr. Santos/Barão do Rio Branco, e, por instantes fiquei a observar a oponência do prédio do antigo Hotel São José, local ondo nos idos dos anos 60 e 70 acolhia as personagens ilustres que passavam pela nossa modesta Montes Claros.Ao passar pela Rua Dr. Santos recordei do local onde funcionava a Lavanderia Estrela de propriedade o meu saudoso pai Luiz Costa.Alí vivi a minha infância. Tinhamos como vizinhos o Dr. Crisantino Borém,cuja imagem trago na memória quando o via chegar inpecável em seu traje branco.Quando eramos acometidos de alguma doença, aquelas tipicas de crianças, eramos levados a farmácia do Sr. Joel Rosa, o qual com maestria receitava o medicamento e aplicava-se logo uma injeção que era preparada em uma seringa de vidro com uma enorme agulha.Acho que aquela seringa era única na farmácia e compartilhada por todos os fregueses.Para parar o choro era presenteado com um ingresso do matiné do Cine Fátima.Certa feita fui juntamente com meus irmãos acordados no meio da madrugada para sairmos a rua e meio sonolentos contemplei ao longe o espetáculo das chamas que incendiavam o Hotel São Luiz. Eternas lembranças.Durante a noite ficava ouvindo as conversas dos feguentadores do Bar Guarani, ficava ao lado da lavanderia,não entendia por que aquelas pessoas ficavam alí até altas horas bebendo.Pela manhã era despertado por uma buzina, utilizada pelo leiteiro para avisar aos moradores que estava passando naquela rua.Recordo que o leiteiro passava em uma carroça, onde era adaptado um tanque,tendo ao fundo um recepiente de vidro que ao se abrir uma torneira podia-se medir a quantidade de leite desejado pelo freguês.Antes que fervesse o leite tinha que ir correndo até a Padaria Santo Antônio comprar o pão, em frente a padaria funcionava o Jornal de Montes Claros.Alí os gaotos formavam uma fila indiana para receber o jornal que seria vendido nas ruas e casas da cidades. Naquela êpoca jogavamos bola até o anoitecer na praça da catedral,utilizavamos os bancos das praças para uma partida de jogo de botões (as crianças de hojé não conhecem jogo de botões), ficavamos horas puxando pelas calçadas um carrinho de lata amarrado a um barbante(carro de lata bonito era aquele feito da lata amarela do óleo mariflor).Hojé como integrante da gloriosa Polícia Militar,e,próximos aos trinta anos de serviços, fico fazendo um paralelo dos jovens daquela êpoca com os dos tempos atuais.A noite os filhos são refém dentro da própria casa. As portas tem que estarem sempre trancadas e não se conhece mais os vizinhos.O dinheiro empregado para comprar ingresso para assistir um filme aos domingos à tarde são agora destinados a comprar drogas pelos adolescentes.Não se trocam mais figurinhas com o íntuito de se completar primeiro o album presenteado pelo dono da banca de revista.Os pacotinhos de figurinhas foram substituidos por papelotes de cocaína.Não existe mais o palito de picolé premiado e sim o prêmio para quem tira a vida de um semelhante. Dura realidade dos tempos atuais e saudades daqueles tempos.Era feliz e não sabia.

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Mensagem N°23933
De: Arlen Azevedo (ZE Arlen) Data: Quinta 24/5/2007 02:19:32
Cidade: SHANGHAI  País: CHINA

E` com muita tristeza que leio as mensagens sobre a siguranca publica em Montes Claros (minha querida cidade) e em todo o nosso Brasil, tao cobicado aqui no exterior. Me encontro em Shanghai neste momento e nao posso deixar de comentar: Uma cidade quase do tamanho de Sao Paulo com mais de dez milhoes de habitantes e com CRIMINALIDADE ZERO, ruas limpissimas, jardins e parques por toda a parte cuidados com quase obsessao, pessoas cordiais, disponiveis e extremamente respeitosas. E o Brasil??? Porque???Porque??? se alguem tiver a resposta peco cortezmente de enviar-me.

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Mensagem N°23932
De: Antônio Eustáquio Freitas Tolentino Data: Quarta 23/5/2007 22:00:47
Cidade: Montes Claros (MG)

Concordo plenamente com o Edílson Barros a respeito da implantação do "Tolerância zero". Infelizmente aqui em nosso país, os nossos governantes não tem a consciência da gravidade da situação por que passamos atualmente e as decisões são proteladas infinitamente. Até quando? Quantos Joões Vítor, índios Galdinos e outros inocentes ainda terão que perecer para despertá-los?

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Mensagem N°23922
De: Márcio Alexandre Xavier Data: Quarta 23/5/2007 14:04:15
Cidade: Montes Claros - MG  País: Brazil

O que estamos assistindo aqui em Montes Claros, é reflexo do que vemos em São Paulo e Rio de Janeiro. Este Crime que ocorreu no nosso Bairro é lamentável, pois o nosso povo é sempre um povo tãp passivo, calmo, um bairro extremamente afetuoso. Precisamos lutar para que isso não ocorras mais no nosso Bairro, na nossa cidade e País. Pedimos as autoridades competêntes para que cuide de nosso povo e de nossa gente. pedimos ao comandante da policia militar, aos nossos vereadores e prefeitos para que de uma resposta séria e de uma vez por todas contra essa bandidagem que assusta a nossa população e colocar na cadeia esses tipos de marginais.
Márcio Alexandre Xavier
Presidente do Bairro Santa Rita I

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Mensagem N°23914
De: Alessandra Data: Quarta 23/5/2007 09:05:14
Cidade: M. Claros

22/05/07 - 16h - A presente ata dos assaltos últimos principia com Maria, de 28 anos, sendo pilhada por 2 ladrões armados na rua Doutor Santos, centro, às 20h40m

Até quando, srs. prefeito e vice, com salários acima de 10 mil reais ?
Até quando, senhores vereadores, com despesas de 600 mil reais por mês ?
Até quando senhores deputados, com ganhos individuais acima nde 50 mil reais por mês ?
Até quando ? - gritamos todos!!
(...)

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Mensagem N°23912
De: Morador assustado Data: Quarta 23/5/2007 08:49:51
Cidade: Montes Claros

Olá pessoal, gostaria de informar que aqui na minha rua, no bairro Santa Rita aconteceu mais um acerto de contas entre o tráfico. Na rua Joãozinho de Dodô próximo à praça Carangola um jovem foi assassinado com 8 tiros conforme testemunhas. Eu vi o corpo com o pai e a mãe ao lado não acreditando naquela situação. Peço às autoridades que reflitam sobre o que está acontecendo aqui na cidade de Montes Claros, isso não é brincadeira não. No local onde aconteceu o incidente, diariamente dezenas de crianças brincam todos os dias e graças a Deus não existina ninguém no momento. Que Deus olhe por nós.

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Mensagem N°23911
De: Edilson Barros Data: Terça 22/5/2007 23:46:32
Cidade: Montes Claros

TOLERÂNCIA ZERO
Diante da caótica situação de (in)segurança pública que vivemos, resolvi pesquisar acerca da “tolerância zero” implantada pela Prefeitura de Nova York em meados dos anos 90 pelo então Prefeito Giulliani.Em matéria publicada no site do Le Monde Diplomatiqué, tomei conhecimento de que a polícia nova iorquina teria abatido a hidra criminal aplicando uma política especial – chamada de “tolerância zero” – que se empenhou em perseguir sem trégua as menores infrações cometidas na via pública. Desde 1993, por exemplo, qualquer pessoa que fosse encontrada mendigando ou vagando pela cidade, ouvindo o rádio do carro muito alto, sujando ou “grafitando” a via pública, poderia ser automaticamente detida e diretamente enviada para trás das grades, a mesma coisa aconteceria se você fosse pego urinando na rua. Decidiram também consertar as “vidraças quebradas” (ou seja, as mínimas marcas externas de desordem) e impedir quem quer que seja de quebrá-las de novo”. ”. Essa estratégia, como afirmou o criminólogo William Bratton, “funcionaria também em qualquer cidade do mundo.” Entretanto, para que o plano obtivesse sucesso, a polícia de Nova York inicialmente se empenhou numa vasta reestruturação burocrática e descentralização dos serviços sociais. A polícia procedeu também a um desenvolvimento de novas tecnologias informáticas, entre os quais o sistema Compstat, que permite seguir em tempo real a evolução de delitos e crimes, a fim de redistribuir “em fluxo tenso” os efetivos policiais nos setores atingidos. Finalmente, foram revistos os procedimentos do conjunto dos serviços de acordo com os esquemas dos gabinetes de consultoria em “engenharia empresarial” e foram implementadas ações precisas contra o porte de armas, o tráfico de entorpecentes, a violência conjugal, as infrações do código de trânsito etc, procedimento este adotado em contraponto a uma burocracia considerada pouco inspirada, passiva, corrompida, e que tinha adotado o hábito de esperar que as vítimas do crime, apresentassem a queixa para se contentar em registrá-la. Não sei se tais medidas seriam viáveis ou se surtiriam os mesmos efeitos em nossa cidade, o certo é que em Nova York o tolerância zero produziu, resultados positivos: os números da criminalidade diminuíram, a sensação de segurança da população aumentou, o prefeito foi reeleito, ganhou fama mundial etc.. Mas um dos fatores mais relevantes (para o sucesso do empreendimento) e que quase nunca é noticiado foi a fortuna (incalculável) gasta pelo poder público com o aprimoramento da estrutura policial, aumento de salários para os policiais, construção de centros de lazer para crianças e adolescentes, escola para todos, empregabilidade para quase a totalidade dos desocupados etc., o que, por aqui, parece difícil de acontecer, diante da secular inércia dos nossos governantes.


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Mensagem N°23910
De: Wanderlino Arruda Data: Terça 22/5/2007 22:27:39
Cidade: Montes Claros

AGOSTO DE CINQÜENTA E TRÊS

Wanderlino Arruda
[email protected]

Quando Celso Brant dedicou toda a revista "Acaiaca" de agosto de 53 a Montes Claros, comandavam esta cidade o Capitão Enéas Mineiro de Souza e o Coronel João Lopes Martins, duas patentes ainda bem vivas na lembrança de leitores mais velhos, cada uma delas com personalidade bem forte, à moda da época, revolucionários e conservadores, marcantes de paixão, um tanto próximos do caudilhismo com feição regional. A Câmara Municipal, dirigida pelo flegmático João F. Pimenta, tinha a respeitabilidade da década, uma saudosa coerência de bom comportamento, fato que dos quinze cidadãos com acento na casa, oito ainda estão aí para servirem de testemunhas. Mas já não temos o juiz Ariosto Guarinello, o bispo Luiz Victor Sartori, o delegado José Coelho de Araújo, nem os colaboradores da revista padre Agostinho Beckhauser, Nelson Viana, Alfred Hannemann, José Monteiro Fonseca, Neném Barbosa, Pedro Sant`Ana, Irmã Rudolfa e os poetas Geraldo Freire e Dulce Sarmento. Deste time, já ninguém mais para contar a história. Todos na longa viagem da eternidade... Com trinta e três anos passados, é bom que ainda reste a lembrança de amigos como o professor Belisário Gonçalves, figura e estilo tão próximos de Castro Alves, e o reporte José Prates, o primeiro jornalista de rua e de redação deste O JORNAL DE MONTES CLAROS. Felizmente, bem vivos ainda, temos Felicidade Tupinambá, João Vale Maurício, Konstantin Christoff, Flora Pires Ramos, Luiz de Paula, Cândido Canela, Irmã de Lourdes, Yvone Silveira, Orestes Barbosa e Lourdes Martins. Também, embora distantes, mas em lugares certos e sabidos, Áflio Mendes de Aguiar, Afonso Pimenta e Feliciano Oliveira. Todos juntos, formaram um belo corpo editorial, de prosa e poesia e desenho, agradáveis, bem feitos, até com um lindo toque de romantismo pelo muito amor a terra montes-clarense. Confesso que o mais gostoso na velha revista "Acaiaca" é o conjunto de anúncios, alguns até de página inteira, muitos com ilustrações interessantíssimas. Os leitores mais vividos que me digam se estou ou não falando a verdade, se é ou não salutar o direito de ter saudades. Quem não lembra, por exemplo, do Big-Bar, do Salão Rex, do Assombro da Pirotécnica de Marcianinho Fogueteiro, da Turmalina, do Instituto de Beleza Gilda, da Casa Paulino, da Alfaiataria Ribeiro, do Macarrão Iracema, do Bar de Tito Versiani? Quem não tem ainda gravados na memória nomes tão conhecidos como Hotel São Luiz, Casa Para Todos, construtora, Ayres Alfaiate, Joalheria Cyma, Transportadora Armênio Veloso, Farmácia Americana, Maternidade Santa Helena? São gratificantes pedaços de lembranças, coloridos no tempo e nos sonhos... Tudo na revista é interessante, mas o sensacional mesmo são as fotografias feitas pela mão de mestre de José Figueiredo Pinto, também inesquecível. Na página infantil, retratos dos garotos Jorge Enéas e Catarina. Nas páginas de esportes, flagrantes de momentos históricos das atletas do Montes Claros Tênis Clube, Moema, Zembla, Glória, Eunice, Ilza, Marlene, Shirley, Wilma, Norma Maria, Stela, Zenaide, Clarissa, Consolação. No bloco da educação, fotos de alunas e professoras, do Colégio Imaculada. Como fechamento de ilustração, bonitos exemplares das raças gir e indubrasil das fazendas de Dominguinhos Braga, Augusto Otávio Barbosa, Antônio e Geraldo Ataíde. Naquele tempo, o Banco do Estado de Minas Gerais ainda era chamado de Banco Mineiro de Produção.

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Mensagem N°23908
De: Eufrasino ochett Data: Terça 22/5/2007 16:58:52
Cidade: Porto Alegre-RS  País: Brasil

Estou a completar 90 anos,minha vista turva e meu tremular não conseguiram impedir de escrever neste espaço, um oficio que foi meu refugio da coisas perversas da vida,não sei se vivo mais um dia um mês ou um ano.se daqui partir agora levarei o que vivi de bom e esquecerei o que de mal passou, só não esquecerei dos tempos em que Montes Claros foi minha casa por trinta anos, respirando a simplicidade de um povo que fazia feira livremente pelas ruas do centro, comercializando com os "Bruaqueiros" que vinham de charretes, carroças, carroções e lombo de mula, Hoje o progresso nos tirou isto e numa troca maléfica,nos deu a bandidagem obrigando-nos ao exilio dentro da nossa própria casa.Parabéns jornalista Paulo Narciso pelo espaço e oportunidade de estarmos dialogando com tanta alegria com todo este meu povo que tenho tanta saudade.

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Mensagem N°23905
De: Lúcia Data: Segunda 21/5/2007 19:59:38
Cidade: Centro, M. Claros

É vergonhosa a situação da praça Dr. Carlos, a mais central de Montes Claros, reformada há cerca de dois anos ao custo de 800 mil reais pagos pela população. Hoje à noite, como nas últimas noites, a praça está semi-escura, há veículos no seu interior, o chão está imundo, cachorros doentes trombam com a população, carrinhos de tudo estão espalhados por toda parte e o som é o de sempre, patrocinado por carrocinhas de som, bicicletas de som, carros de som. Um verdadeiro lixo, que muito depõe contra o setor de praças da prefeitura de M. Claros. Se a péssima imagem da praça servir de símbolo para M. Claros, o resto da cidade vai de mal a pior, a dois anos das próximas eleições. É um desrepeito com o cidadão que paga impostos e que (....)

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Mensagem N°23903
De: Mara Data: Segunda 21/5/2007 19:08:57
Cidade: Moc

É revoltante ver a situação dos felinos no nosso zoológico. Fracos, abatidos, doentes, velhos e deprimidos. Se arrastam pela jaula e causam comoção. Nenhum zoológico com melhor infra-estrutura aceita os felinos idosos? Sacrifique-os. Poupe-os do sofrimento e poupe os visitantes da compaixão que aqueles bichos nos induzem a ter. O leão, tão imponente Rei da selva, parece que pegou a gripe aviária e está nos últimos dias.

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