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montesclaros.com - Ano 26 - terça-feira, 9 de junho de 2026

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Jornalismo exercido pela própria população

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Mensagem N°23848
De: Raphael Reys Data: Sexta 18/5/2007 06:17:25
Cidade: Montes Claros/MG  País: Brasil

INTUIÇÃO MATERNA


Aos dezenove anos me apaixonei por roupas estilos safári. A aura reinante na moda jovem ainda era a do blue jeans. Blusões, jaquetas e calças de algodão prevaleciam. Tudo costurado com linha aparente, com zíper ou botões grandes.
Adquiri um tecido de algodão seridó, ocre claro, um diagonal mesclado, uma beleza. Copiei o modelo de uma jaqueta francesa, extraída de uma revista internacional de modas. Para confeccioná-la, encomendei-a a minha mãe, uma libriana com apurado gosto estético. Muito habilidosa em tudo que fazia.
Na ocasião, ela passava por um momento psicologicamente difícil de sua vida, uma fase que a deixou sensível e fina, suscetível a variações de humor. Exigiu ela mesma comprar os aviamentos e fazer, ao seu gosto, variações na estética do modelo.
Como tenho um sexto sentido para o perigo, ocorreu-me o insight que algo fora do habitual aconteceria a partir daquele seu posicionamento.
Pronta a confecção, fui experimentá-la. Foi quando notei que os botões postos eram de um pesado metal amarelo, modelo da Alpaca Eberle. As peças tinham um baixo relevo acentuado. Eram bastante grandes em tamanho para servir na função de abotoar, estando também dotadas de uma base pontiaguda disposta em cone rombudo, Essas peças eram habitualmente usadas em decoração de selas gaúchas.
Na jaqueta, sem a sustentação correta, as partes ficavam com a face para baixo, dando à roupa confeccionada um tom ridículo, destituído de um sentido estético. Enfim, um peso ingente.
Algo me disse para não reclamar - a intuição materna tem lá origens consistentes. Fiquei calado contra a minha vontade. No meu entender, o modelo ficou bastante alterado, impróprio. Reservei-o para uso em atividades não urbanas.
Num fim-de-semana prolongado ao lado da turma dos Durães Barbosa, companheiros de outras viagens, de aventuras, caçadas e pescarias, numa manhã em que caia uma garoa fina na fazenda, sob os incentivos de Zizi Rocha, partem para um treinamento coletivo de tiro ao alvo.
A plataforma de exercícios foi montada em uma velha cerca abandonada, feita de lascas de aroeira. Distribuímos as armas entre os atiradores, colocando ainda às latas nas pontas das peças, e iniciamos a sessão.
Tive uma sensação de peso nos parietais. Era a intuição do perigo. Ela sempre se me apresenta assim.
O segundo tiro praticado partiu de uma carabina Winchester 44. O projétil, com a ponta achatada, atinou o corpo endurecido da aroeira e ricocheteou, acertando-me na altura do coração.
A grande peça metálica colocada no referido casaco como botão partiu ao receber o impacto! A base da peça afundou-se na minha caixa torácica, dilacerando o tecido e terminando amparado numa falsa costela, com o que, felizmente, o projétil foi desviado. Fragmentos acertaram a aba de um chapéu jaberrou que eu usava na ocasião. Lá estavam à serventia das feias peças de metal, escolhidas por minha mãe para que abotoassem a minha jaqueta.
O aparente desacerto feito por uma mãe - é sempre certo para um filho - é uma providência divina! A sua implicância em colocar os aviamentos - completamente contrários à minha escolha - foi uma dádiva que, com certeza, salvou a minha vida!

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Mensagem N°23846
De: Mariana Data: Quinta 17/5/2007 21:42:45
Cidade: Montes Claros

Na mensagem 23826. o Sr. Cláudio se questiona sobre onde está a lei do menor e devolvo a pergunta: Onde está a Constituição Federal que deveria ter dado a tais menores os direitos básicos. Segundo pesquisas realizadas nos Centros de Recuperação de Menores de grandes metropoles (RJ e SP), grande maioria dos menores internados tem baixa escolaridade e alegam como causa da evasão escolar o preconceito por parte de professores e colegas devido a pobreza. Infelizmene em nossa cidade e nao so nela como retrata a pesquisa, proessores e alunos "nao estao falando a mesma lingua." Não que a culpa seja dos professores,mas de certa forma, a culpa tmb é nossa, que nos conformamos com o nao cmprimento das leis, colocamos nossos filhos em escolas particulares, pagamos plano de saude e esquecemos a grande maioria da população que nao tem esse minimo de dignidade. O CIA faz 2 anos de implantação este ano, é uma experiencia nova e precisa de estudos na area, para que se torne eficaz. È preciso que seja cumprida primeiramente a Contituição Federal que garante o minimo de dignidade aos menores do nosso país.

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Mensagem N°23845
De: Isabel Data: Quinta 17/5/2007 21:27:51
Cidade: S. Luiz, Moc

A Cemig - que faz propaganda de ser a melhor energia do Brasil, quando na verdade é a mais cara - mergulhou a praça da Rosa Mística na escuridão. Em vão, os moradores - e os frequentadores da igreja - pedem que a Cemig reponha as lâmpadas queimadas. Não conseguem, nem com repetidas novenas. (...) uma lástima esta empresa, que em outros tempos mereceu mais respeito da população.

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Mensagem N°23844
De: [email protected] Data: Quinta 17/5/2007 21:24:35
Cidade: São Paulo - Capital  País: Brasil

Realmente!!! Como são belas as noites de Lua cheia em Montes Claros. Cidade de mil encantos em cujo entorno tive o privilégio de nascer apesar de não mais viver aí há mais de 35 anos. No entanto, em Fevereiro desse ano visitei Montes Claros e confesso que veio-me a mente as antigas reminiscência de outrora. Ser de Montes Claros é mesmo um encanto.
Enoque.

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Mensagem N°23827
De: Mário Mendes da Cruz - Advogado Data: Quinta 17/5/2007 12:30:34
Cidade: Mogi das Cruzes - SP

Eu não sei porque tanta cerimônia em reduzir a maioridade penal. Bandido não tem medo de cadeia. Ele vai para sua "profissão" do roubo para matar ou morrer. Alguém que não tem medo de morrer nunca vai importará em passar o resto ( resto mesmo) da vida na cadeia. Prender estes calhordas é proteger a população responsável e que trabalha. Bandido é bandido mesmo e não adianta. O HOMEM deve ser preservado e bandido é uma doença incurável.Nunca vopu defender um bandido e podem até cassar o meu registro de advogado por afirmar isto.
Advogado que defende bandido é demagogia.As portas do meu escritório estão fechadas para este tipo de gente.

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Mensagem N°23826
De: Claúdio Data: Quinta 17/5/2007 11:54:41
Cidade: M. Claros

17/05/07 - 11h - Neurologista acha que é pequena a chance de Welbert, de 22 anos, se levantar; mãe perdeu o outro filho afogado no S. Francisco

É incrível esta nossa realidade. Os menores no Brasil receberam alvará para matar a vontade. Nada lhes acontece. Este absurdo, contado no resto do mundo, provoca arrepios. Eu me lembro que M. Claros esperou mais de dez anos para contar com um reformatório (os criadores não gostam deste nome) para menores. E daí ? O abrigo, milionário, beirando hotel de luxo, diga-se de passagem, foi montado com todos os recursos, mas o número de vagas é pequeno e a hospedage é cara e limitada, e os menores-bandidso continuam nas ruas, mutilando, matando, aterrorizando. E o que acontece ? Nada, nada, nada. Até quando. Onde estão as autoridades ??? (...) O tal Código do Menor, que aterroriza também as professoras nas escolas, nasceu no governo Collor e sua relatora é a lady deputada Camata, tão linda e glamourosa!!! Ela está em Braqsília, cercada de seguranças, e nós estamos nas ruas, correndo dos bandidos-mirins incentivados por este código. Não era assim, no Brasil dos nossos esmagados sonhos. Até quando ???

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Mensagem N°23821
De: Carlos Data: Quinta 17/5/2007 10:14:01
Cidade: Montes Claros

Realmente, a apresentação ontem na Pç. da MAtriz foi um verdadeiro espetaculo.Além do Pianista, a Banda do 10º Tocou e encantou aos presentes. Faz parte da programação de comemoração do 150 anos de Montes Claros, mas como um olhar mais critico, pode se dizer que o patrimônio histórico fisico de nossa cidade, esta se deteriorando a cada dia.Acreditamos que nos próximos 60 dias, estes casarões tombados, ainda resistam as comermorações,mais 10, 15, 50 ou 150 anos, nossa história estará só na memória, fotografias e no mural.

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Mensagem N°23820
De: Web Outros Data: Quinta 17/5/2007 10:06:22
Cidade: Belo Horionte/MG

Encanto de maio

Manoel Hygino dos Santos (Jornal Hoje em Dia, 17-05-07)

Agora já é maio, belo mês do ano, que talvez já o tenha sido mais, em tempos idos e vividos, mês de Maria, das coroações nas igrejas do interior e mesmo nas capitais, mês das Mães. São inspirações muito adequadas a este período de evocações. Todos têm o seu maio, no calendário do coração, ainda que muitos prefiram guardá-lo no mais recôndito silêncio.
Nas pequenas cidades de nosso antanho, cultivava-se o mais puro amor sob todas as representações. Mas mesmo quem na capital vive, nesta que é de Minas Gerais, se olhou o céu por acaso no princípio de maio viu uma das mais lindas luas cheias da vida.
Em site de suas emissoras, Paulo Narciso, premiado nas lidas e lides de imprensa, mas poeta no fundo, lembrou, antes de mim - que pena! - os versos de Augusto de Lima, que é nome de praças e ruas e cidades e avenidas neste pedaço de território maior que a França.
Eis que, passando-me para trás, o aluno de D. Yvonne Silveira pôs no vídeo os versos do augusto Augusto, nascido em Vila Nova de Lima, ex-Congonhas do Sabará, dez anos antes de Artur Lobo, o vate de Coração de Jesus de Montes Claros.
Em 1892, Augusto de Lima publicou “Símbolos”, em que fulge o poema - “Serenata”, “no qual temos a paisagem brasileira, dentro de um descritivismo que é parnasiano, mas da vertente nacional do movimento”, na opinião de Sânzio de Azevedo.
O próprio Sânzio comenta: “Ressalte-se, nesse luar que se perfuma e nesse aroma que se sutiliza em languidez sonora, a introdução da sinestesia, que vai conferir tons de subjetivismo ao soneto, e dar razão aos que quiserem ver traços simbolistas no poeta:
Filigranas à parte, extasiamo-nos: “Plenilúnio de Maio em montanhas de Minas! /Canta, ao longe, uma flauta e um violoncelo chora./Perfuma-se o luar nas campinas,/sutiliza-se o aroma em languidez sonora.
Ao doce encantamento azul das cavatinas,/nessas noites de luz mais belas do que a aurora,/as errantes visões das almas peregrinas/vão voando a chegar pela amplidão afora...
E chora o violoncelo e a flauta, ao longe, canta/Das montanhas, cantando, a névoa se levanta,/banhada de luar, de sonhos, de harmonia.
Com profano rumor, porém, desponta o dia/e na última porção da névoa transparente/a flauta e o violoncelo expiram lentamente.”
Não é mais linguagem do século XXI, do terceiro milênio. Outras motivações impelem os jovens, enquanto os entrados em idade respiram recordações de tempos defuntos. Mas a lua é a mesma, e o amor permanece vívido, embora fustigado pelo furacão de sentimentos dispersos ou malsãos, que invadem a alma jovem, que supõe conhecer o bem e o mal, distinguir o belo do feio.
Mas todos descem em ímpeto fremente, porque descer é sempre a sorte da corrente, meditaria Augusto de Lima em outro poema. Nascido na montanha, lá viu cedo a beleza da lua cheia, como se viu no princípio de maio de 2007.
Se todos mais contemplassem a lua, menos violência, acredito, existiria entre os homens, ignorantes do que a natureza - ou Deus - lhes doou. As coroações, que eram o adorno musical das festas desta época, nas pequenas igrejas interioranas, parecem condenadas ao silêncio e à recordação dos que ainda recordam.
Maio é poesia. Na retina dos olhos que não mais vêem, desfilam imagens que ficaram no passado. A lua cheia esteve aqui, voltará algum dia, se os homens não decidirem sua extinção.
No mais, é repetir com Mello Cançado, mestre no Direito Romano, e defensor de todos direitos. “A vida é fideicomisso./Obrigado por tudo isso.”

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Mensagem N°23815
De: Deivid Mirlim Data: Quinta 17/5/2007 07:29:36
Cidade: Belo Horizonte/MG

Titulo da notícia: "Será preciso que cada família montesclarense venha a ter sua própria vítima, para que algo seja feito? Não deveriam todos se sentirem feridos quando há um sangue derramado?"
Nome: Deivid Mirlim
E-mail: [email protected]
Cidade: Belo Horizonte/MG
Comentário: A jovem Cristina conseguiu expressar bem o nosso sentimento de indignação. As pessoas sempre pensam que algo assim terrível só acontece com os outros. É preciso não perdermos o senso de humanidade, de gente. Ou não somos "SEMELHANTES"? Fica aqui o meu protesto e o meu pedido de justiça por esse jovem que foi agredido de maneira tão injusta e banal. Lembrando a todos que A IMPUNIDADE É A MÃE DE TODOS OS CRIMES.

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Mensagem N°23813
De: Paula Vilalaba Cruz - Advogada Data: Quinta 17/5/2007 06:20:12
Cidade: Belo Horizonte

É preciso que o Ministério Público denuncie alguém( autoridade administrativa) de Montes Claros por omissão nos casos destes crimes seguidos. É inacreditável que os homens públicos que administrem esta cidade estejam alheios ao que acontece em Montes Claros. Alguém tem de ser responsável por omissão.

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Mensagem N°23811
De: Antônio Eustáquio Freitas Tolentino Data: Quinta 17/5/2007 00:48:19
Cidade: Montes Claros

Realmente maravilhosa a apresentação, ontem à noite, na Praça da Matriz, do excelente pianista Arthur Moreira Lima. Dotado de inegável talento musical, o músico tocou famosas obras de Johann Sebastian Bach, Frédéric Chopin, Ludwig van Beethoven, Heitor Villa-Lobos, Astor Piazzola, entre outros. Luiz Gonzaga inclusive. Imperdível! A praça esteve cheia de montes clarenses ávidos por espetáculos de qualidade. Parabéns ao músico pelo projeto "Um piano pela estrada". Congratulações também à sua esposa e filha, odontólogas, que fazem o projeto "Um sorriso pela estrada" chegar a várias crianças, ensinando-as a se prevenir das doenças bucais. É destes projetos maravilhosos que o Brasil precisa para fazer chegar ao povo, música de qualidade além de saúde e lições de cidadania.

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Mensagem N°23808
De: Marcell Data: Quarta 16/5/2007 21:40:53
Cidade: Montes Claros  País: Brasil

Grave acidente ocorre na Av. Geraldo Athayde por volta das 18:00, um carro colidiu com uma moto, o motociclista ficou gravemente ferido, o impressionante é que o SAMU demorou menos de 2 minutos para chegar no local, acho que eles passavam por perto, mas fica os parabéns pois foi muito rápido o atendimento. Gente vamos ter cuidado, sou motociclista, vamos nos respeitar no trânsito, veículo não é arma, e tem gente que quando esta atráz do volante parece que fica com os nervos a flôr da pele pronto para explodir e transbordar sua raiva. Paz no trânsito. Parabéns SAMU.Espero não precisar de vocês.

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Mensagem N°23806
De: Fred Data: Quarta 16/5/2007 17:22:41
Cidade: São Paulo

16/05/07 - 15h50 - "Será preciso que cada família montesclarense venha a ter sua própria vítima, para que algo seja feito? Não deveriam todos se sentirem feridos quando há um sangue derramado?"

Tem toda razão a família. Total. Em países do primeiro mundo, este índice de violência que acontece em M. Claros - assim como, de resto, no Brasil inteiro - derrubaria toda a cúpula responsável, que seria substituída por outra, até que o problema fosse resolvido. Aqui, não. As autoridades responsáveis são promovida e recebem medalhas e outras honrarias. O pior é que a parcela maior de responsabilidade é dos políticos, que votam leis absurdas, como esta que autoriza menor matar a vontade... (...) Triste Brasil. (...)

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Mensagem N°23801
De: José Ambrósio Prates(repórter) Data: Quarta 16/5/2007 15:15:57
Cidade: Janaúba-MG  País: Brasil

Homem Morre Depois de Ser Atacado Por Um Porco Em Janaúba.
No final da tarde de ontem um homem de meia idade morreu depois de ser atacado por um porco na zona rural de Janaúba. O rapaz que trabalhava ha pouco tempo na propriedade estava no chiqueiro quando foi surpreendido pelo porco que o mordeu na altura da virilha. Com um corte profundo na perna, o rapaz apresentava forte hemorragia. Ele ainda foi conduzido até o Hospital Reginal de Janaúba, mas não resisitu aos ferimentos e acabou morrendo. Esta não é a primeira vez que uma pessoa morre atacada por porcos em janaúba. Em outro caso registrado ha mais ou menos dois anos atrás na comunidade rural de Lagoa Grande um rapaz tentou apartar uma briga en dois porcos dentro de um chiqueiro quando também foi atacado e mordido por um dos animais. Como no caso de ontem a vítima morreu em função de uma grave hemorragia na perna. A vítima de ontem era moradora da rua Bahia no Bairro Gameleira, em Janaúba.

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